Por que sua ONG precisa de um site profissional (e como ele pode ampliar seu impacto)

“Não temos site... mas estamos no Instagram, viu?”


Quantas vezes você já ouviu (ou disse) essa frase? Pois é. Parece inofensiva, mas por trás dela existem diversas oportunidades perdidas, credibilidade prejudicada e impacto que poderia ir muito além da bolha.


Em tempos de disputa por atenção e scroll infinito, estar só nas redes é como montar uma barraca incrível num beco escondido: nem todo mundo vai achar, nem todo mundo vai doar, nem todo mundo vai confiar.


Um site não é um luxo ou um detalhe bonito. É um ato estratégico. É dizer: “Sim, existimos. E estamos aqui para ficar sem depender apenas de outras plataformas, mas temos  autoridade sobre a nossa atuação.” Potente, né?


Ao longo deste artigo, queremos mostrar — sem rodeios e com muito carinho — como um site pode ser o salto que faltava para sua organização chegar mais longe, ser mais lembrada e transformar mais vidas.


O que significa ter um site estratégico para ONGs?


Vamos tirar da frente um ponto importante: ter um site bonito, por si só, não resolve nada. Se fosse só isso, você só precisaria postar fotos bonitas para conseguir mais captação e recursos.

Mas não é assim, certo?


O que muda o jogo é ter um site com propósito, clareza e potência, e que transmite a identidade  da sua organização. É onde sua história se organiza, seu impacto se mostra e sua causa ganha corpo, com cor, texto, imagem, botão de doar e tudo que for necessário para emocionar e engajar as pessoas. 


Por que isso importa para sua ONG?


A gente sabe que o dia a dia das organizações da sociedade civil (OSCs) é intenso. São reuniões, prestação de contas, planejamento de projetos, campanhas nas redes sociais, burocracias... e no meio disso tudo, pensar em "site institucional" pode parecer um luxo distante, né? Mas e se a gente dissesse que, na verdade, é exatamente o contrário?


Ter um site profissional é uma das decisões mais estratégicas que a sua ONG pode tomar hoje. Dessa forma, você pode potencializar impacto, captar mais recursos, e construir uma presença digital que reflita a força da sua missão. Um bom site não é só bonito: ele é confiável, acessível e funcional. 


E isso muda tudo! Afinal, visibilidade e credibilidade, no terceiro setor, não são bônus… são condições para a sustentabilidade e crescimento de organizações. 


Veja um pouco mais dos benefícios de ter um site atualmente:


Muito mais do que presença digital: estamos falando de sobrevivência!


Em um cenário onde a atenção das pessoas dura menos do que um stories de 15 segundos, não dá para depender só do boca a boca ou do Instagram que vive derrubando o engajamento e alcance de perfis. 


Um site não é só um endereço. É uma vitrine oficial, que passa credibilidade para quem entra, clareza para quem quer apoiar e estrutura para as pessoas que querem se engajar de verdade.


Ter um domínio próprio, com design que conversa com seus valores e uma narrativa coerente, diz algo forte: “levamos a sério o que fazemos”.


De acordo com a  Pesquisa Doação Brasil, realizada pelo IDIS, a transparência é um dos principais fatores que influenciam a decisão de pessoas doadoras. Ter um site bem estruturado permite que a organização apresente suas ações, resultados e prestação de contas de forma clara e acessível, o que contribui significativamente para a construção de confiança com o público.​


Além disso, um estudo conduzido pela Charity Navigator revelou que organizações transparentes têm 50% mais sucesso em manter pessoas doadoras ao longo do tempo.


Impacto direto na captação de recursos


Você sabia que uma das principais razões pelas quais pessoas doadoras desistem de contribuir é a falta de informação confiável? É como se elas pensassem: “Mas será que esse projeto é real mesmo?”


Um site muda essa lógica. Nele é possível transparecer relatórios, compartilhar resultados, apresentar rostos, histórias, o que aumenta a confiança para apoiar. E mais: com as integrações certas, sua OSC pode captar doações diretas, ativar campanhas via Google Ad Grants (até U$10 mil/mês em mídia gratuita!) e acompanhar métricas com precisão.


Veja também: Guia gratuito desvenda segredos para maximizar os $10.000 bonificados pelo Google


Visibilidade e legitimidade institucional


Sabe aquele momento em que uma jornalista quer falar sobre a sua causa, mas não encontra nem o CNPJ da ONG no Google? Pois é. A falta de site dificulta parcerias, reduz a chance de aparecer em editais e pode até comprometer relações com pessoas apoiadoras e financiadoras.


Um site bem feito não só resolve isso, como transforma sua organização numa referência na temática que atua! Quem comunica com clareza, conquista confiança.


Comunicação mais profissional e organizada


Redes sociais são ótimas, mas não são apenas um portal de informação. Quem nunca ficou 10 minutos tentando achar um post antigo no feed, por exemplo?


Um site resolve isso com estrutura: página institucional, portfólio de projetos, blog com atualizações e formulário de contato prático. Tudo num só lugar, com link direto, botão de doação e zero ruído.


Ou seja: ao entrarem no seu site, as pessoas poderão encontrar as informações sobre a sua organização de forma rápida e prática, além de saber exatamente o seu impacto e, se quiserem, ainda terão facilidade em apoiar. 


Até aqui, falamos muito sobre o porquê de ter um site. Mas e o como? Afinal, convenhamos: entre entender a importância e conseguir colocar a ideia em pé existe um caminho que, muitas vezes, parece longo, especialmente quando falta equipe, verba ou conhecimento técnico.


Como implementar um site para a sua ONG, na prática


Criar um site profissional para sua ONG não precisa ser difícil, nem caro. Com as ferramentas e serviços certos (e com o apoio de profissionais que entendem do seu contexto), é possível sair do improviso e construir uma presença digital de verdade. 


Vamos te mostrar um passo a passo simples, com exemplos práticos, pra você ver que dá, sim, para fazer — e fazer bonito.


Etapa 1: planejar o que precisa aparecer e o que não pode faltar


Sente com a sua equipe, pegue papel, caneta ou notebook e responda: o que alguém precisa saber sobre a nossa causa em 2 minutos? Quais projetos são carro-chefe? Onde as pessoas podem apoiar? Quais dados precisam aparecer com destaque?


Isso já ajuda a definir o menu do site. O básico costuma incluir:


  • Quem somos (história, missão, equipe)

  • Projetos (ativos, concluídos, em captação)

  • Transparência (relatórios, DRE, estatuto e outras documentações)

  • Como apoiar (doações, voluntariado, parcerias)

  • Blog ou notícias

  • Contato (com WhatsApp e localização, se fizer sentido)


Etapa 2: escolher um modelo que tenha a sua cara


Existem diversas plataformas de sites atualmente, e com o serviço Site para ONGs, da BC Marketing, por exemplo, você pode escolher entre dois formatos lindões:


  • Modelo institucional (até 10 páginas) – completo, ideal para organizações com histórico sólido

  • One Page com blog – leve, prático e poderoso, para quem está começando com vontade de impactar


Tem espaço para todos os tamanhos de organizações: das iniciantes até àquelas com anos de experiência e participação na sociedade. O importante é ter um site que reflita o propósito da sua causa!


Veja também: Branding para ONGs: o papel de uma marca no desenvolvimento institucional


Etapa 3: deixar o site com a sua identidade


Não tem certo ou errado aqui, tem autenticidade. O importante é que seu site mostre quem você é


Ao criar o site doInstituto Luísa Pinho Sartori, por exemplo, nós usamos cores da natureza, imagens de florestas e palavras-chave que convidam ao cuidado com o planeta.


No print do site do Instituto ILPS, tem como banner uma mulher parada em um cais próximo a um corpo d'água.


Já no Meu Corpo Sou Eu, priorizamos cores suaves, tipografia fluida e linguagem que fala sobre subjetividade. 



Print do site do Meu Corpo sou EU, que aparece o menu do site e o banner de uma pessoa está segurando uma sacola branca sobre um fundo verde.

Cada um com sua identidade e estilo. Todos com propósito.


Etapa 4: manter vivo e atualizado


Nada mais triste do que entrar num site e ver: “última atualização:  2021”.


Manter o site atualizado é como regar uma planta. Você pode utilizar o blog para compartilhar histórias reais, mostrar resultados, celebrar conquistas ou até mesmo educar o público sobre a sua causa. E o melhor: isso ainda ajuda o seu site ranquear no Google  e fazer com que mais pessoas conheçam a sua organização. 


Sabendo de tudo isso, é possível elencar algumas ferramentas e plataformas que serão suas melhores amigas no processo de manutenção do site da sua OSC. Bora conferir?


Ferramentas e recursos úteis para uma estratégia completa


Existem ferramentas — muitas delas gratuitas ou com planos acessíveis — pensadas exatamente para facilitar a vida de quem trabalha no setor de impacto social. De plataformas para captação de doações até sistemas de automação de marketing, os recursos certos podem transformar a maneira como sua organização se apresenta ao mundo!


Aqui, separamos algumas soluções que já usamos e recomendamos para ajudar a sua ONG a ter um site funcional, bonito e com resultados reais.


  • Doare e Trackmob – soluções que oferecem páginas de doação personalizáveis e ferramentas para gestão de doadores 


  • Google Analytics – ferramenta gratuita de monitoramento de tráfego. Permite entender quem acessa seu site, de onde vem e o que está buscando. Essencial para tomar decisões com base em dados reais


  • Google Tag Manager (GTM)  – ferramenta gratuita que permite gerenciar e instalar tags de rastreamento em sites de forma prática e sem necessidade de alterar o código. Para ONGs, o GTM facilita a análise de dados, otimiza campanhas de marketing e melhora o desempenho digital com agilidade e baixo custo. Assim, amplia a eficiência e a captação de recursos online


  • Reportei – plataforma brasileira de relatórios de marketing digital. Com ela, você consegue gerar relatórios visuais e organizados sobre o desempenho do seu site e das suas redes sociais. Perfeito para prestar contas ou apresentar resultados a pessoas financiadoras e conselhos


  • Google Ad Grants – programa que oferece até U$10 mil por mês em mídia paga para ONGs cadastradas. Ideal para promover seu site, campanhas ou projetos específicos


  • Canva – excelente para criar banners, posts e peças visuais que refletem a identidade da sua organização, mesmo que você não tenha equipe de design


  • RD Station – ferramenta completa para automação de marketing, nutrição de leads, envio de email marketing e criação de landing pages. Ideal para criar jornadas de relacionamento com pessoas apoiadoras e amplificar o uso do site como canal de captação e engajamento


Dica da BC: se possível, escolha, pelo menos, uma ferramenta principal para análise (Google Analytics), uma para captação de doações online e outra para captação e relacionamento com leads (RD Station). O combo certo faz seu site trabalhar por você, mesmo quando você está offline!


Veja também: 9 ferramentas essenciais de marketing digital para ONGs


Um site faz TODA a diferença para a sua ONG!


Caso a sua organização ainda não tenha um site, ela pode estar invisível num mundo em que visibilidade significa sobrevivência. Atualmente, para além de estratégias em apenas um canal, como redes sociais, é necessário estar em diversos pontos de contato no digital — é aí que entra a importância de um site.


Um bom site conecta, informa, transforma, e, mais do que tudo, mostra com clareza o que o seu trabalho muda no mundo. Porque, no fim do dia, as pessoas querem apoiar causas, mas precisam confiar nelas. E confiança começa com presença constante!


Quer criar esse cantinho digital com quem entende de causa, impacto e estratégias de marketing e comunicação para o terceiro setor?

Acesse
SiteparaONGs.com, uma solução BC Marketing para a sua organização, e escolha o plano que mais se encaixa na sua realidade hoje. 


Bora colocar sua causa no ar do jeito que ela merece!


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Por que falar de marketing no terceiro setor Toda ONG sabe o quanto é desafiador comunicar tudo o que faz. Entre projetos, relatórios e reuniões, o marketing costuma ficar pro fim da lista, e o resultado é que a causa não alcança toda a força que poderia ter. Mas comunicar bem não é luxo : é parte da sustentabilidade da organização. Quando a comunicação é feita com intenção e estratégia, ela atrai pessoas, recursos e oportunidades que fortalecem o impacto. Pensando nisso, a BC Marketing lança a Imersão Marketing para ONGs – estratégias para apoiar sua captação de recursos , uma experiência prática de dois dias para quem quer usar o marketing como aliado da transformação social. O que você vai aprender na imersão A Imersão é conduzida por Amanda Riesemberg e Patricia Marafigo , profissionais com ampla trajetória na comunicação de causas e no fortalecimento de organizações do terceiro setor. Durante dois encontros ao vivo, elas vão abordar temas essenciais para quem quer tirar o marketing do improviso e transformar em resultado: Diagnóstico digital da sua ONG Estratégias de marketing de atração aplicadas à captação de recursos Escolha de canais e ferramentas Como ler e usar dados pra comunicar com mais impacto Bastidores da BC Marketing e aprendizados reais com ONGs O conteúdo é prático, acessível e pensado para a realidade de equipes pequenas, orçamentos enxutos e muita vontade de fazer a diferença. Por que participar Porque o marketing é o que sustenta a conexão entre a sua causa e o público. É ele que torna visível o impacto do seu trabalho, cria vínculos e abre caminhos pra parcerias, doações e novos projetos. Na Imersão, você vai aprender a comunicar de forma mais consciente, humana e estratégica — e ainda sai com ferramentas reais pra aplicar no dia seguinte. Agenda Datas: 24 e 25 de novembro Horário: 10h às 12h Formato: Online, ao vivo e com certificado Investimento: R$ 97 Facilitadoras: Amanda Riesemberg e Patricia Marafigo A inscrição inclui o ebook Marketing Digital para ONGs e outros bônus exclusivos pra apoiar a sua jornada. 👉 Garanta sua vaga no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento-online/imersao-marketing-para-ongs-estrategias-para-apoiar-sua-captacao-de-recursos/3196805 Comunicar é sustentar o impacto A BC Marketing acredita no poder da comunicação como ferramenta de transformação Por isso, seguimos criando espaços de aprendizado que fortalecem quem está na linha de frente do desenvolvimento social. A Imersão Marketing para ONGs é mais um passo nessa caminhada, e o convite está aberto pra quem acredita que comunicar é também uma forma de cuidar.
Man with sunglasses and headphones using a computer in a library.
30 de outubro de 2025
Vivenciamos a era da conectividade . Estamos cada vez mais imersos em um mundo digital onde tudo, da informação ao afeto, do consumo à militância, passa por uma tela. Sites, redes sociais, aplicativos e plataformas se tornaram extensões da vida. A tecnologia transformou a maneira como nos comunicamos, aprendemos, trabalhamos e nos relacionamos. E ainda assim, quando se trata de acesso à informação, à educação e à cidadania digital, vemos uma realidade profundamente desigual. A internet, que deveria ser um espaço de inclusão e liberdade, muitas vezes se mostra excludente para milhões de pessoas com deficiência. E isso acontece, principalmente, por falta de acessibilidade digital . A acessibilidade na web não é um detalhe técnico, nem um recurso opcional. É uma condição básica para garantir que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam navegar, interagir e se beneficiar do que está disponível no ambiente online. É, acima de tudo, um compromisso ético, social e político com a diversidade humana. No Brasil, são mais de 18 milhões de pessoas com deficiência , segundo dados do IBGE. E, entre elas, muitas enfrentam barreiras invisíveis nos sites que acessam diariamente: textos sem contraste, botões não identificados, ausência de leitores de tela, vídeos sem tradução em Libras. Cada um desses obstáculos exclui, silencia e limita. Se sua organização tem um site, então ela tem uma responsabilidade. Porque comunicação que não é acessível, não é completa. E nenhuma transformação social é possível sem garantir que todas as pessoas estejam incluídas desde o início. Queremos convidar você a repensar a presença digital da sua organização com um olhar mais atento, mais inclusivo e mais estratégico. Nos próximos tópicos, vamos apresentar caminhos práticos que têm gerado impacto real nos sites da Nossa Causa e da BC Marketing e que podem transformar também a forma como sua organização se conecta com o mundo. Um site acessível significa transformar relações, ampliar vozes e construir pontes. Por que acessibilidade digital importa A acessibilidade digital importa porque ninguém deveria ser excluído da informação, da comunicação e da participação . Em um cenário em que a maioria das interações sociais e institucionais acontecem online, tornar seu site acessível é uma forma concreta de garantir que todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência, tenham as mesmas oportunidades de acesso. Inclusão de pessoas com deficiência auditiva, visual e cognitiva Pessoas com deficiência auditiva, visual, motora ou cognitiva enfrentam diariamente barreiras que a maioria de nós sequer percebe. Sites que não oferecem recursos como tradução em Libras, navegação por teclado, leitores de tela, contraste ajustável ou textos claros e bem estruturados dificultam, ou até impedem, o acesso à informação. A acessibilidade digital permite, por exemplo: Que uma pessoa surda compreenda um conteúdo por meio da tradução em Libras Que uma pessoa com baixa visão ajuste o contraste e o tamanho das letras para conseguir ler Que uma pessoa com dislexia possa reduzir distrações visuais e melhorar a legibilidade dos textos Que uma pessoa com mobilidade reduzida navegue por teclado ou comando de voz São adaptações simples, mas que transformam a experiência de navegação de forma profunda. Incluir, nesse contexto, é garantir autonomia e dignidade. Alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) A acessibilidade digital também está diretamente conectada aos compromissos globais assumidos por governos, empresas e organizações da sociedade civil. Em especial, ela contribui para o cumprimento de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, como: ODS 4 - Educação de qualidade: garantir que conteúdos educativos e informativos possam ser acessados por todas as pessoas, independentemente de suas condições ODS 10 - Redução das desigualdades: eliminar barreiras digitais é uma forma concreta de reduzir desigualdades estruturais Tornar um site acessível é, portanto, alinhar a comunicação institucional aos princípios de justiça social, equidade e desenvolvimento sustentável. Maior alcance e engajamento A inclusão digital não é apenas um ato de responsabilidade social. Ela é também uma estratégia de comunicação inteligente . Quando você adapta seu site para ser acessível, mais pessoas conseguem navegar, compreender e interagir com o conteúdo. Isso se reflete em: Aumento do tempo de permanência nas páginas Redução da taxa de rejeição Maior número de interações e compartilhamentos Ampliação do público alcançado, incluindo pessoas com deficiência, pessoas idosas e outros grupos frequentemente marginalizados no ambiente digital. Em outras palavras: acessibilidade gera impacto e também resultado. Cumprimento da legislação brasileira Por fim, mas não menos importante, a acessibilidade digital é uma exigência legal no Brasil . A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) determina que sites de organizações e empresas devem ser acessíveis, sob risco de sanções legais. O artigo 63 da LBI afirma: "É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País, ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhes o acesso às informações disponíveis." Embora a lei seja clara, a implementação ainda é baixa. E, nesse sentido, organizações do terceiro setor podem e devem ser exemplo, não apenas pela conformidade legal, mas por coerência ética. Tecnologia Hand Talk: conectando conteúdos à comunidade surda Em um país onde cerca de 10 milhões de pessoas são surdas ou têm alguma deficiência auditiva, sendo a Libras (Língua Brasileira de Sinais) reconhecida como língua oficial desde 2002, ainda são poucas as iniciativas que garantem o acesso à informação em linguagem acessível. É aqui que surge a Hand Talk , uma tecnologia nacional premiada e reconhecida mundialmente por sua contribuição à inclusão digital. O que é a Hand Talk? A Hand Talk é um tradutor automático de conteúdos digitais para Libras e ASL (Língua de Sinais Americana) . Ela atua por meio de um plugin instalado em sites, que permite a qualquer pessoa usuária traduzir o conteúdo da página com apenas um clique, tornando-o compreensível para quem se comunica prioritariamente por Libras. A ferramenta é voltada principalmente para pessoas surdas que têm a Libras como sua primeira língua, e para quem o português escrito pode representar uma segunda língua, com diferentes níveis de compreensão. Como funciona? Ao acessar um site que possui o plugin da Hand Talk, a pessoa encontra o ícone de acessibilidade, geralmente posicionado em destaque. Clicando nele, um dos avatares digitais , o Hugo ou a Maya , é ativado e começa a traduzir o conteúdo selecionado da página em Libras. Esses avatares são personagens tridimensionais criados com base em princípios de representatividade e expressividade. Eles fazem a tradução com movimentos corporais e expressões faciais naturais, o que melhora significativamente a compreensão de quem assiste. A ferramenta pode traduzir textos completos, menus, botões, legendas, entre outros elementos. E, o mais importante: a tradução é feita automaticamente, sem exigir que o conteúdo seja reescrito ou adaptado manualmente. Qual o impacto prático? O impacto é direto e transformador. Com o plugin da Hand Talk , pessoas surdas podem acessar: Notícias, artigos e informações institucionais Conteúdos educativos e campanhas Serviços, formulários e oportunidades de participação Isso significa mais autonomia, mais representatividade e mais inclusão . O acesso à informação é um direito e a Libras é a chave que abre esse caminho para milhões de brasileiras e brasileiros. Além disso, a própria experiência de navegação se torna mais respeitosa. A pessoa surda não depende de outras para interpretar textos, não precisa recorrer a tradutores externos e se sente pertencente ao ambiente digital. Exemplo de uso: site da Nossa Causa Na Nossa Causa , a acessibilidade em Libras é parte do compromisso com uma comunicação que transforma. Desde a implementação do plugin da Hand Talk, o site passou a oferecer tradução em Libras para todo o conteúdo publicado, incluindo artigos, campanhas, páginas institucionais e formulários. Essa mudança não foi apenas técnica, foi política. Ao incorporar a Libras ao cotidiano digital da organização, a Nossa Causa reafirma seu papel como espaço de escuta e de voz para todas as pessoas, inclusive aquelas que, historicamente, foram marginalizadas da esfera pública e digital. Para muitas pessoas surdas que acessam o site, isso representa algo simples e, ao mesmo tempo, profundo: ser vistas, ouvidas e respeitadas em sua língua. Tecnologia UserWay: acessibilidade para todos os perfis de navegação A UserWay é outra opção para ampliar o alcance da acessibilidade digital, tornando a navegação inclusiva para pessoas com diferentes tipos de deficiência visual, cognitiva, motora e sensorial. Trata-se de uma tecnologia que coloca o poder de personalização da web nas mãos de quem mais precisa dele. O que é a UserWay? A UserWay é um widget de acessibilidade digital baseado em inteligência artificial . Talvez você já tenha notado um pequeno ícone de acessibilidade (geralmente um bonequinho no canto de alguns sites, como no nosso site aqui!). Ao clicar nele, abre-se um menu com diferentes opções de personalização da página. Ele funciona como uma camada que se integra ao site e oferece um conjunto de ferramentas que se ajusta as necessidades da pessoa usuária. Ao clicar no ícone de acessibilidade, um menu se abre e disponibiliza ajustes visuais, funcionais e de leitura, tudo de forma rápida, intuitiva e sem alterar a estrutura principal do site. O objetivo é garantir que qualquer pessoa possa interagir com o conteúdo de maneira autônoma, confortável e segura . Como funciona O sistema utiliza inteligência artificial para identificar elementos da página e permitir ajustes em tempo real. Entre os recursos oferecidos, estão: Ajuste de contraste e brilho: melhora a leitura para pessoas com baixa visão ou sensibilidade visual Aumento e redução de fonte: auxilia pessoas com presbiopia, dislexia e outras condições visuais Espaçamento de texto e alinhamento: melhora a legibilidade para pessoas com dislexia ou TDAH Leitura de tela automática: converte textos em áudio, facilitando o acesso de pessoas cegas ou com dificuldades de leitura Navegação por teclado: permite que pessoas com mobilidade reduzida acessem todo o conteúdo sem o uso do mouse Modo de foco: reduz distrações visuais para pessoas com déficit de atenção, TEA ou fadiga ocular Além disso, a UserWay oferece um sistema de auditoria de acessibilidade , que analisa o código do site e identifica elementos que precisam ser ajustados para atender às diretrizes internacionais de acessibilidade (WCAG 2.1). Benefícios práticos Essas funções podem parecer pequenas, mas o impacto é imenso. Para uma pessoa com deficiência visual, por exemplo, a possibilidade de ajustar o contraste ou ouvir o conteúdo em voz alta significa acesso à informação e participação ativa. Para uma pessoa com dislexia, poder alterar o espaçamento do texto significa compreender melhor e se sentir parte da conversa. Ao eliminar barreiras de leitura e interação, a UserWay transforma a experiência de navegação em algo verdadeiramente inclusivo e humano . Exemplo de uso: site da BC Marketing No site da BC Marketing , o widget da UserWay está presente em todas as páginas, oferecendo uma navegação acessível, dinâmica e personalizada. A ferramenta tem sido essencial para garantir que profissionais de comunicação, representantes de ONGs e clientes da agência consigam explorar conteúdos e serviços com autonomia, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas. Mais do que cumprir um requisito técnico, a adoção da UserWay pela BC Marketing reflete um posicionamento institucional claro: a comunicação deve ser acessível a todos os públicos . Cada ajuste feito por uma pessoa usuária é uma escolha de autonomia. E cada acesso sem barreira é um passo em direção à equidade digital. O que muda na prática quando um site é acessível Implementar acessibilidade digital em um site é muito mais do que cumprir uma norma ou instalar uma ferramenta: é mudar como as pessoas se relacionam com o conteúdo. A experiência de navegação se transforma, os públicos passam a interagir com mais liberdade, e a organização fortalece seu papel como agente de inclusão. Como a experiência de navegação melhora na prática Antes da implementação de recursos acessíveis, a navegação pode ser limitada por barreiras quase imperceptíveis para quem enxerga ou ouve bem, mas intransponíveis para quem depende de tecnologias assistivas . A partir do momento em que um site incorpora ferramentas como tradutores automáticos em Libras, leitores de tela, menus de contraste e ajustes de fonte, o que muda é a autonomia . Pessoas surdas passam a compreender o conteúdo sem precisar de mediação; pessoas cegas conseguem ouvir a leitura dos textos e botões; pessoas idosas ou com baixa visão ajustam o contraste e o tamanho das letras conforme sua necessidade. Esses ajustes não são apenas técnicos: eles comunicam respeito. Criam um ambiente digital onde cada pessoa pode se sentir segura, acolhida e capaz de interagir plenamente. Como aponta o relatório da UserWay sobre inclusão digital , menos de 1% dos sites brasileiros são acessíveis , o que significa que qualquer avanço nessa área representa um passo importante rumo à equidade. Benefícios percebidos pelos públicos atendidos A acessibilidade digital impacta diretamente a relação das pessoas com o conteúdo e com a própria marca. Nos sites da Nossa Causa e da BC Marketing , os relatos de pessoas usuárias e os dados de interação confirmam essa transformação: O tempo médio de navegação aumentou significativamente, indicando que as pessoas passaram a consumir mais conteúdo As taxas de rejeição diminuíram, o que mostra que os sites se tornaram mais convidativos e compreensíveis Cresceu o número de acessos vindos de novos públicos Além dos números, há um impacto simbólico e emocional: as pessoas se sentem vistas. Nos comentários e mensagens recebidas pelas equipes, muitas pessoas relataram o alívio de finalmente conseguir ler, ouvir ou compreender o conteúdo de forma independente. Como destaca um artigo da UserWay sobre tecnologia e saúde mental, a autonomia digital melhora a autoestima e o bem-estar de pessoas com deficiência , reduzindo sentimentos de exclusão e ampliando o senso de pertencimento. Dados e insights que reforçam a importância da acessibilidade Os dados sobre inclusão digital no Brasil são contundentes: Apenas 0,46% dos sites brasileiros cumprem os critérios de acessibilidade digital Um quarto da população brasileira tem algum tipo de deficiência e enfrenta barreiras no acesso à web 46 milhões de pessoas com deficiência relatam dificuldades em usar redes sociais e plataformas digitais por falta de recursos acessíveis Esses números mostram que a exclusão digital ainda é uma forma de desigualdade estrutural. E também reforçam o papel das organizações sociais e das empresas comprometidas com o impacto positivo: ser exemplo de transformação e coerência. A experiência dos sites da Nossa Causa e da BC Marketing confirma que investir em acessibilidade é investir em alcance, reputação e propósito. Quando a tecnologia é usada para incluir, ela fortalece o tecido social e prova que inovação e empatia podem caminhar juntas. Acessibilidade digital: uma escolha que transforma A acessibilidade digital não é um detalhe técnico: é uma escolha ética e estratégica . Ao tornar um site acessível, uma organização diz, com ações, que acredita em uma comunicação verdadeiramente inclusiva, aquela que não deixa ninguém de fora. No campo social, onde a missão é transformar realidades e ampliar vozes, a acessibilidade é parte fundamental dessa transformação. Ela conecta pessoas, rompe barreiras invisíveis e fortalece vínculos entre instituições e comunidades diversas. Os exemplos da Nossa Causa e da BC Marketing mostram que acessibilidade e impacto caminham lado a lado. Quando a tecnologia é usada com propósito, ela não apenas facilita a navegação: ela aproxima, educa e empodera. Se você faz parte de uma ONG, instituto ou projeto social, este é o momento de repensar sua presença digital com mais consciência e inclusão. Tornar seu site acessível é transformar a forma como sua causa se comunica com o mundo. Na BC Marketing, acreditamos que a comunicação só é completa quando é acessível a todes. E é por isso que criamos o SiteparaOngs.com : uma solução desenvolvida para ajudar organizações sociais a criarem sites modernos, acessíveis e alinhados ao seu propósito. Vamos pensar juntos em como transformar a sua presença digital em uma experiência mais inclusiva?
Tablet displaying green stock chart on a wooden desk with blank paper and pencil.
9 de outubro de 2025
Quem está na gestão de uma organização da sociedade civil sabe: realizar um bom trabalho em campo já exige muito. Mas tão desafiador quanto executar um projeto é conseguir organizar os dados , gerar relatórios confiáveis e mostrar resultados com clareza . É aqui que muitas OSCs tropeçam. Não por falta de competência ou compromisso, mas por não terem as ferramentas certas. A gestão ainda depende de planilhas descentralizadas, relatórios manuais, dados perdidos entre e-mails e sistemas improvisados. O tempo que poderia estar sendo usado para expandir ações acaba sendo engolido por tarefas operacionais. E quando chega a hora de prestar contas faltam evidências estruturadas do impacto gerado. Isso mina a confiança, dificulta a captação e impede a organização de crescer. A verdade é que quem não mede, não melhora e quem não comunica com dados, não mobiliza. Mas não precisa ser assim. Com o avanço das tecnologias sociais, hoje já é possível transformar essa realidade: automatizar processos, centralizar informações, acompanhar indicadores em tempo real e profissionalizar a gestão, mesmo com equipes enxutas. Por que acompanhar indicadores de impacto é uma necessidade estratégica Em um cenário cada vez mais exigente, acompanhar os indicadores deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito fundamental para a sustentabilidade das organizações sociais. As expectativas por números concretos aumentaram. Financiadores, conselhos, parceiros e até o público geral buscam clareza sobre os resultados alcançados, a efetividade das ações e o uso dos recursos investidos. Nesse contexto, os indicadores cumprem um papel central. Eles não apenas sustentam a transparência e a prestação de contas, como também qualificam a gestão, orientam decisões e fortalecem o posicionamento institucional da organização. Além disso, dados estruturados geram insumos valiosos para a comunicação , potencializando a mobilização de pessoas e recursos de forma mais estratégica. Mais do que mensurar atividades, indicadores bem definidos e acompanhados permitem: Avaliar com precisão o alcance e a efetividade dos projetos Estabelecer metas realistas e observar a evolução ao longo do tempo Justificar investimentos e captar novos apoios com base em evidências Integrar gestão e comunicação de forma mais alinhada Para organizações que buscam profissionalizar sua atuação, crescer com consistência e gerar impacto real e reconhecido, a gestão orientada por dados é um caminho inevitável e altamente estratégico . Formas de automatizar o acompanhamento de indicadores Automatizar o acompanhamento de indicadores não significa necessariamente fazer mudanças radicais. Na prática, é possível começar com pequenas ações que, somadas, já geram economia de tempo e mais assertividade na gestão. Algumas formas comuns de iniciar esse processo incluem: Modelos padronizados de coleta de dados (em formulários online, por exemplo), que evitam retrabalho e perda de informações Dashboards simples , feitos com ferramentas como Google Data Studio ou Planilhas Google, que ajudam a visualizar a evolução de indicadores Relatórios automáticos por projeto , conectando bancos de dados simples a ferramentas de visualização Uso de plataformas especializadas , que integram diferentes áreas da organização (projetos, equipe, atendimento, impacto) em um só lugar A escolha da ferramenta depende da realidade de cada organização, volume de dados, número de projetos, tempo disponível da equipe e exigências de prestação de contas. O importante é saber que existem caminhos possíveis, mesmo com poucos recursos. E quanto mais cedo sua OSC começar a estruturar essa automação, mais fácil será escalar os resultados e comprovar impacto com consistência. Quando e como começar a usar tecnologia para acompanhar os indicadores da sua OSC Após entender a importância de medir o impacto e conhecer formas de automatizar esse processo, surge a pergunta prática: quando é o momento certo para começar a usar tecnologia? A resposta geralmente aparece no dia a dia: quando coletar dados manualmente, montar relatórios do zero e buscar informações em diferentes planilhas começa a tomar tempo demais e comprometer a qualidade das entregas. Se essa já é a realidade da sua equipe, é um sinal de que a tecnologia pode (e deve) entrar como aliada para facilitar o acompanhamento dos indicadores, sem precisar, para isso, de grandes estruturas ou equipes especializadas. Com o uso de plataformas pensadas para o terceiro setor, é possível: Centralizar dados de forma segura e acessível Acompanhar atualizações em tempo real Gerar relatórios completos com poucos cliques Reduzir o retrabalho e apoiar decisões com mais agilidade e precisão Hoje, já existem soluções acessíveis , inclusive para organizações de pequeno e médio porte, que tornam essa transição viável e leve. Uma delas é a Bússola Social , utilizada por diversas OSCs no país como ferramenta para organizar informações, sistematizar evidências e comunicar o impacto de forma mais estruturada. O que considerar antes de adotar uma solução tecnológica Começar a usar tecnologia na gestão de indicadores não exige uma estrutura complexa, mas é importante dar alguns passos estratégicos para garantir que a ferramenta traga resultados reais para a sua organização. Alguns pontos que merecem atenção nesse processo: Mapeie os principais indicadores que fazem sentido para sua causa, seus projetos e seus financiadores Engaje a equipe , explicando os benefícios da mudança e garantindo que todas as áreas estejam alinhadas com os novos processos Revise os fluxos de coleta de dados , identificando o que pode ser simplificado ou padronizado Defina objetivos claros : o que sua organização quer com essa tecnologia? Otimizar tempo? Melhorar relatórios? Prestar contas com mais precisão? A tecnologia por si só não resolve os desafios da gestão. Ela potencializa o que já existe e, com os processos certos, pode transformar como sua OSC acompanha, analisa e comunica seu impacto. Uma solução pensada para o Terceiro Setor: conheça mais sobre a Bússola Social Se a sua organização está pronta para dar esse próximo passo e profissionalizar a gestão dos indicadores , vale conhecer ferramentas criadas sob medida para a sua realidade. A Bússola Social é uma plataforma brasileira desenvolvida para facilitar o monitoramento de projetos, a coleta de dados e a geração de relatórios de impacto. Ela já é utilizada por mais de 1000 (mil) OSCs, de diferentes portes e causas, em todo o país. Na prática, a plataforma permite: Cadastrar e acompanhar metas por projeto ou território Visualizar indicadores em tempo real, em dashboards intuitivos Armazenar evidências (como fotos, relatos e documentos) com segurança Produzir relatórios completos e personalizáveis para prestação de contas A proposta da Bússola não é sobre tecnologia pela tecnologia, mas sim sobre colocar dados a serviço do impacto , tornando a gestão mais simples, confiável e eficiente. E por meio de uma parceria com a BC Marketing , organizações da nossa rede têm acesso à plataforma com implantação gratuita e suporte especializado para começar. Essa é uma forma concreta de adotar tecnologia com menos barreiras e mais apoio, fortalecendo a gestão de projetos e a comunicação do impacto que sua organização já realiza todos os dias. Transforme a forma como sua OSC coleta, analisa e comunica impacto Profissionalizar a gestão de indicadores não é apenas uma questão operacional, mas sim uma escolha estratégica para garantir sustentabilidade, transparência e relevância no longo prazo. Adotar tecnologia nesse processo significa transformar como sua organização impacta, fortalecendo a confiança de quem apoia e abrindo caminho para novas oportunidades. Se sua equipe está pronta para esse passo, a Bússola Social pode ser uma aliada nesse processo e, por meio da parceria com a BC Marketing , você pode começar com apoio técnico e já otimizando seus recursos com a implantação gratuita . Quer saber como isso funcionaria na prática para a sua organização? Clique aqui para acessar a página da parceria e agendar sua demonstração gratuita.
Hands around a laptop screen displaying data charts, next to a notebook, phone, and coffee cup.
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